
Amigo Atirador,
Continuar um trabalho reconhecidamente bem planejado e executado deixa de ser simplesmente uma tarefa obrigatória e passa a integrar o dia-a-dia como um honra acima de tudo.
Estamos a cada momento aprofundando nossas relações com outras federações esportivas nas incontáveis modalidades existentes organizadas, do modo que nos possamos fazer ouvir no mundo oficial, tanto na esfera estadual como federal, com uma só voz: a voz do esporte. Mas se nosso reconhecimento como entidade representativa do tiro traz vantagens como nascituro patrocínio oficial para atletas e a proteção da atividade como fonte de apoio social, em nada podemos prescindir da participação indireta, institucional e pró-ativa do atleta/atirador individualmente, pois o nosso esporte corre riscos imensos.
Todo trabalho participativo da CBTP nos últimos anos não servira de nada se tornarem a posse legal de armas de fogo virtualmente impossível ou mesmo se a transformarem em um nicho de privilegiados.
O Plebiscito de outubro estará na nossa porta, amigos, e não tenham dúvidas de que, se apoiada a proibição, irão seus feitos muito alem do que se diz a lei, conforme afirmam para quem quiser ouvir as ONG’s e os políticos que zelam pela submissão do cidadão ao criminoso, convocando-nos diuturnamente a aplaudir as barbáries inúmeras que advêm da sujeição de uma sociedade inteira, pela inércia que antecede a rendição.
Por isso mais uma vez, relembrar que escrever aos juizes do STF, ou representante do Congresso, aos jornais etc. é fundamental, tem o valor de repelir a ignominiosa omissão que muitas vezes em nosso pais foi responsável por humilhações e submissões hediondas as quais ate hoje nos arrependemos amargamente.
Um grande abraço,